Passat nacional (1974–1988): do motor a água ao Passat Iraque
Primeiro Volkswagen brasileiro de motor dianteiro e refrigerado a água, o Passat durou aqui oito anos mais que na Alemanha. Uma parte dessa sobrevida foi paga em petróleo iraquiano.
Por Redação VAGHAUS
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O Passat foi o carro com que a Volkswagen do Brasil deixou de depender só do motor a ar. Lançado em 1974 como modelo 1975 e fabricado na Anchieta, em São Bernardo do Campo, foi o primeiro Volkswagen nacional com motor dianteiro refrigerado a água e tração dianteira, segundo a própria fabricante. A Vrum data a estreia de 21 de junho de 1974.
O Passat saiu de linha em dezembro de 1988, depois de 897.829 unidades produzidas, das quais cerca de 221 mil foram exportadas, segundo a Volkswagen. O maior comprador estrangeiro foi o Iraque, que pagou os carros com petróleo, num acordo a três com a Petrobras e a Volkswagen do Brasil. A VW fala em cerca de 170 mil Passat vendidos aos iraquianos. Uma parte do que sobrou desse programa foi vendida aqui e ficou conhecida como "Passat Iraque".
Era a primeira geração do modelo (B1, no código da matriz), e no Brasil ela nunca foi substituída com o mesmo nome. A segunda geração chegou em 1984 como Santana, e os dois conviveram até o fim de 1988. Esta reportagem acompanha as escolhas que deram forma ao Passat nacional: a mecânica, as carrocerias, as versões, o negócio com o Iraque e a sobrevida.
Um carro de outra escola numa fábrica de motores a ar
Em 1974, todos os outros Volkswagen fabricados no Brasil tinham o motor atrás, como registra o acervo da marca, do Fusca à Brasília, lançada um ano antes. O Passat invertia quase tudo. Tinha motor na frente, refrigerado a água, comando de válvulas no cabeçote movido por correia dentada (os motores a ar tinham o comando no bloco), carroceria monobloco e freios de duplo circuito em X. Na lista de novidades que a Volkswagen do Brasil apresentou em 2019 estão ainda as juntas homocinéticas, as zonas de deformação programada e a suspensão dianteira com raio de rolagem negativo.
Na Alemanha, o Passat também tinha sido uma virada. A Volkswagen o apresentou em maio de 1973, depois do K 70, o primeiro VW de motor a água e tração dianteira. Segundo o histórico oficial, o grupo vivia uma crise, e para conter custos o carro aproveitou a plataforma e a carroceria do Audi 80 lançado um ano antes. Giorgetto Giugiaro redesenhou a carroceria e deu ao Passat uma traseira inclinada, que o diferenciava do Audi. Os motores, longitudinais, vinham do sistema modular do grupo. A ligação com a Audi, que tinha voltado à vida dentro da Volkswagen, está contada em Quatro anéis da Audi.
A tração dianteira e a água não eram inéditas no Brasil. O DKW-Vemag já combinava as duas desde 1956, e foi a própria Volkswagen que, ao assumir o controle da Vemag entre 1966 e 1967, encerrou a produção do DKW. O Ford Corcel, lançado no fim de 1968, também tinha tração dianteira e mecânica Renault refrigerada a água; segundo o AutoPapo, foi o primeiro carro brasileiro com radiador selado. Carlos Meccia, no Autoentusiastas, aponta o Corcel como o rival direto do Passat, "já com cinco anos de sucesso no mercado" em 1974. O novo era a Volkswagen construir em série, aqui, um carro com esse conceito. O Brasil recebeu o Passat cerca de um ano depois da Europa: maio de 1973 lá, junho de 1974 aqui. A Volkswagen do Brasil fala em "menos de um ano", o que as próprias datas não sustentam.
O primeiro motor era um 1.5 de 1.471 cm³. A Volkswagen anuncia 78 cv brutos e 11,5 kgfm, de 0 a 100 km/h em 15,3 segundos e máxima de 150 km/h. Outras fontes dão 65 cv líquidos; a diferença entre as normas e a genealogia desse motor estão em Motor AP da Volkswagen. O porta-malas tinha 450 litros. No primeiro ano, o Passat foi eleito o Carro do Ano 1975, e a Volkswagen diz que foi o segundo modelo da marca a ganhar o prêmio.
Duas portas, porque era o que o brasileiro comprava
O Passat brasileiro estreou só com duas portas, nas versões L e LS. A Volkswagen explica que essa era a configuração preferida no país. A traseira em caimento ficava entre o sedã e o cupê, e no começo a tampa do porta-malas abria abaixo do vidro.
As quatro portas vieram depois. Os dois textos da Volkswagen divergem no prazo: um fala no IX Salão do Automóvel, no fim de 1974, e o outro, em "um ano após o lançamento". Em 1976 chegou o "três-portas", com uma tampa traseira grande, que levava o vidro junto e integrava o porta-malas à cabine. Na Alemanha, essa tampa era opcional desde 1975. Houve ainda um Passat de cinco portas fabricado no Brasil, mas, segundo a Volkswagen, só para exportação.
O detalhe ajuda a entender o Passat Iraque, dez anos depois. O carro que o Iraque encomendou tinha quatro portas, carroceria que, segundo a Folha de Londrina, o comprador brasileiro até então rejeitava.
O TS e a fama de rápido
A versão que fez a reputação esportiva do Passat foi o TS, lançado como linha 1976. Segundo a Volkswagen, ele tinha motor 1.6 importado da Alemanha, carburador de corpo duplo, conta-giros (pouco comum na época), instrumentos auxiliares no console e volante de três raios. Na primeira série, era reconhecido pelos quatro faróis redondos, os mesmos que distinguiam o TS alemão. A Volkswagen também cita câmbio de cinco marchas no TS. A Vrum, porém, só registra a caixa de cinco marchas no Passat em 1985.
A Volkswagen dá 96 cv ao motor 1.6 de 1976 sem informar a norma, e Meccia dá 80 cv SAE líquidos; a conta das normas e da cilindrada está no artigo sobre o motor AP.
Na outra ponta da linha, a Volkswagen lançou em 1978 o Passat Surf, uma versão despojada para o público mais jovem.
Álcool, primeiro para o governo
O governo federal criou o Programa Nacional do Álcool pelo Decreto nº 76.593, de 14 de novembro de 1975. O Passat a álcool veio em 1979. Segundo a Volkswagen, o motor era o 1.5 a gasolina com a taxa de compressão elevada para 10,5:1, por meio de pistões de desenho novo, e tinha 65 cv, sem indicação de norma. O carro recebeu ainda proteções contra a corrosão causada pelo álcool. No começo, o Passat a álcool foi vendido só para órgãos do governo. Depois, ficou disponível nas mesmas versões da linha a gasolina.
Como datar um Passat pela frente
Quem olha um Passat nacional consegue situá-lo numa fase pela frente. As datas variam um ano conforme a fonte, provavelmente porque umas contam o ano de lançamento e outras o ano-modelo.
- Faróis redondos e para-choques cromados (de 1974 até o fim da década). Um farol de cada lado nas versões comuns e dois no TS e, segundo a Vrum, também no LSE de 1978. É o carro da foto de abertura.
- Faróis retangulares. A Volkswagen põe a reestilização na linha 1980, ano em que, segundo a Volkswagen, o Passat foi eleito de novo Carro do Ano pela revista Autoesporte. Meccia e a Vrum datam a mudança de 1979. Na Alemanha, o Passat tinha passado por uma reestilização com faróis redesenhados em agosto de 1977.
- Quatro faróis retangulares, dois de cada lado, e grade mais rasa. A Vrum data essa frente de 1982, e Meccia, de 1983.
- Para-choques plásticos que envolvem as laterais e lanternas de lente frisada, no mesmo formato das anteriores. É o acabamento da fase final, que a Vrum data de 1985 e que aparece nas fotos do Iraque e do Pointer abaixo.
Os nomes de versão também mudaram ao longo do tempo. A Volkswagen cita Surf, TS, LSE e Village, além de opcionais como câmbio de cinco marchas e teto solar.
Pointer: o esportivo tardio
O GTS Pointer foi lançado em agosto de 1983, segundo a Volkswagen, com suspensão recalibrada, acabamento próprio, rodas de liga leve e bancos dianteiros Recaro. A partir de 1984, recebeu o mesmo 1.8 do Santana. A Volkswagen dá 85 cv para a versão a gasolina e 92 cv para a a álcool no texto em português, mas 95 cv no mesmo texto em inglês. A norma não é informada. A Vrum data o Pointer de 1984, e Meccia, de 1985, com um 1.6 de 1.595 cm³ no início e o 1.8 logo depois. As datas diferentes provavelmente se misturam porque a versão e o motor 1.8 não chegaram juntos.

O Pointer chegou quando o Passat já tinha nove anos de mercado e ficou até o fim. A Volkswagen guarda no seu acervo um GTS Pointer de 1988, uma das últimas unidades montadas na Anchieta, que saiu da linha direto para a coleção. O nome Pointer voltou em dezembro de 1993, num hatch de cinco portas sem relação com o Passat.
Petróleo pago em Passat
Para entender por que o Iraque comprou tantos Passat, é preciso olhar a conta do petróleo. Segundo o pesquisador Seme Taleb Fares, na Revista Brasileira de Política Internacional (2007), cerca de 40% do petróleo importado pelo Brasil em 1980 vinha do Iraque, e o país respondia por mais de 16% de todas as importações brasileiras. Em troca, o Brasil vendia aos iraquianos bens manufaturados, entre eles veículos, sobretudo no começo dos anos 1980. Fares registra que a guerra entre Irã e Iraque foi um dos períodos mais intensos da relação entre os dois países.
Num artigo reproduzido pela DefesaNet em 2014, o pesquisador Andrew Patrick Traumann atribui a ideia de trocar automóveis por petróleo a Wolfgang Sauer, então presidente da Volkswagen do Brasil. Segundo Traumann, o petróleo atravessaria o Iraque em caminhões até a Jordânia para ser embarcado para o Brasil. Ainda segundo ele, o negócio foi fechado por intermédio da Interbras, a trading da Petrobras, e envolveu 175 mil Passat de quatro portas, número acima dos registrados pelo MEES e pela própria Volkswagen (veja abaixo). Ele o descreve como a maior venda de um único modelo de automóvel já feita, afirmação que a VAGHAUS não conseguiu confirmar.
O que a imprensa da época registrou
A cronologia mais segura sai do Middle East Economic Survey (MEES), semanário especializado no petróleo do Oriente Médio, que acompanhou o acordo enquanto ele acontecia. O arquivo do MEES é pago, e o conteúdo abaixo vem da parte aberta de cada nota. As datas são as das edições.
- 24 de dezembro de 1984: acordos assinados no Rio de Janeiro na semana anterior fecham uma permuta de US$ 630 milhões: 100 mil carros Volkswagen "Passat" para o Iraque em dois anos, em troca de 22 mil a 25 mil barris diários de petróleo, levados por caminhão-tanque até a Jordânia e embarcados no porto de Ácaba, no mar Vermelho.
- 21 de outubro de 1985: o MEES informa que, em 11 de outubro, o primeiro carregamento de petróleo iraquiano para o Brasil saiu do porto jordaniano de Ácaba, com 200 mil toneladas. O embarque fazia parte de um acordo de permuta "tripartite" entre o Iraque, a Petrobras e a Volkswagen do Brasil, recém-concluído, que previa 2,5 milhões de toneladas de petróleo em dois anos.
- 18 de agosto de 1986: a Petrobras eleva as compras de petróleo iraquiano para 200 mil barris por dia. Em 1985, a média tinha sido de 140 mil barris diários, a cerca de US$ 1,3 bilhão no ano.
- 31 de agosto de 1987: com o fim do acordo de dois anos (que esta nota diz ter sido concluído em 1985, e a de 1984 dá como assinado em dezembro daquele ano), o MEES dá o balanço: o Brasil forneceu ao Iraque 140 mil veículos Volkswagen em troca de cerca de 55 mil barris por dia. Os dois países assinam uma prorrogação de dois meses: 50 mil barris diários por 10 mil veículos.
- Dezembro de 1987: Brasil e Iraque assinam um acordo comercial de dois anos que troca petróleo por veículos, bens manufaturados e serviços. Duas notas do MEES divergem no valor e na data: US$ 1,6 bilhão, assinado em 9 de dezembro, ou um protocolo de US$ 1,2 bilhão, assinado no dia 7. A segunda nota cita carros da Volkswagen do Brasil e caminhões e ônibus da Scania, com cerca de metade do valor pago em petróleo.
- 15 de agosto de 1988: o Iraque negocia com a Autolatina, a associação entre Volkswagen e Ford, um contrato de US$ 900 milhões em carros e peças Volkswagen. O MEES cita Sauer, já como presidente da Autolatina.
- 26 de dezembro de 1988: a negociação fracassa em Bagdá. O pedido era de 100 mil carros Volkswagen e de peças para uma frota de 160 mil veículos. Os dois lados não se entenderam sobre preços, e empresas brasileiras com obras no Iraque cobravam pagamentos adicionais.
Só a nota de 1984 cita o Passat pelo nome; as seguintes falam em "veículos Volkswagen". O acordo previa 100 mil carros, o balanço de 1987 registra 140 mil e a prorrogação acrescenta 10 mil: são 150 mil veículos documentados, abaixo dos 170 mil que a Volkswagen cita. A frota de 160 mil veículos mencionada no fim de 1988 é da mesma ordem de grandeza. A Folha de Londrina data de 1985 o início das exportações. Alguns sites falam em 1983, mas não encontramos registro de época de remessas anteriores ao acordo de dezembro de 1984. Já o período que a Volkswagen informa no texto de 2019, "entre 1973 e 1988", não pode estar certo, porque o Passat brasileiro só começou a ser fabricado em 1974.
Um Passat preparado para o deserto

Segundo a Volkswagen, o Passat do Iraque tinha quatro portas, motor 1.6, câmbio de quatro marchas, bancos de veludo cor de vinho, radiador de cobre e um ar-condicionado mais potente que o normal. Numa reportagem de 2003, Mauricio Della Barba, da Folha de Londrina, acrescenta que o carro partia da versão Village, usava o 1.6 MD-270 e pneus radiais de carcaça têxtil, exigência do mercado iraquiano. Ainda segundo ele, as quatro marchas, em vez das cinco do Village, foram escolhidas para facilitar o envio de peças de reposição. Douglas Mendonça, no AutoPapo, descreve outra coisa: nas versões comuns, inclusive o Village, o MD-270 vinha com câmbio "3+E", de quatro marchas com a última bem longa. As duas fontes não se conciliam.
Nem o nome é unânime. A própria Volkswagen chama o carro de TSE num texto e de LSE em outro, ambos de 2019. A Vrum registra o LSE como versão de luxo lançada em 1978. Uma reportagem de Lourival Sant'Anna para O Estado de S. Paulo, reproduzida pela DefesaNet em 2014, conta que, duas décadas depois das vendas, ainda se viam muitos Passat em Bagdá, identificados por adesivos com a palavra "Brasili", como os iraquianos chamavam o carro.
O "Iraque" que ficou por aqui
A Volkswagen confirma que o modelo de exportação também foi vendido no Brasil, "com boa aceitação". O motivo é menos claro. Na versão da Folha de Londrina, a Petrobras tinha petróleo de sobra e quis suspender o acordo por um tempo. Para não parar a linha, a Volkswagen incluiu unidades do Passat Iraque nas cotas das concessionárias, que no começo resistiram e depois venderam bem. A Kurdistan24 dá outro motivo, interrupções ligadas à guerra, e situa a venda no Brasil em 1986 e 1987.
Os registros do MEES não a confirmam nem a desmentem. Em agosto de 1986, a Petrobras estava comprando mais petróleo iraquiano, não menos, e o acordo de dois anos ficou em vigor até 1987, quando foi prorrogado. Pode ter havido uma pausa nas remessas de carros que a parte aberta das notas não mostra. Mas não há fonte primária para a suspensão, e nenhuma fonte informa quantos Passat Iraque foram vendidos no Brasil.
Passat e Santana na mesma loja (análise)
Na Alemanha, a primeira geração do Passat saiu de produção no outono de 1980, depois de dois milhões de unidades vendidas, segundo o histórico oficial. A segunda geração foi apresentada em outubro daquele ano. No Brasil, a primeira geração ficou em linha até dezembro de 1988.
A segunda geração só chegou aqui em junho de 1984, com outro nome. O Santana estreou nas versões CS, CG e CD, com duas e quatro portas, motor 1.8 e câmbio automático opcional, e marcou a entrada da Volkswagen no mercado de luxo, como ela mesma diz. A Volkswagen do Brasil atribui a troca de nome a "razões estratégicas". O nome não foi inventado no Brasil. Na Alemanha, a Volkswagen vendeu entre 1981 e 1984 o sedã de três volumes da segunda geração como Santana, em referência aos ventos Santa Ana da Califórnia, para separá-lo do Passat. Em dezembro de 1984, os alemães deixaram de usar o nome. O Brasil o manteve até 2006, numa trajetória contada em Santana e Quantum.
A leitura da VAGHAUS é que o arranjo deu à Volkswagen do Brasil dois carros médios em faixas de preço diferentes, com um ferramental já pago. O Passat continuou como a opção mais barata e mais esportiva. O Santana ocupou o topo, num degrau que a marca ainda não tinha. Usar o mesmo nome para dois carros tão diferentes, vendidos lado a lado nas mesmas lojas, teria confundido o comprador. O contrato iraquiano, por sua vez, deu volume à linha antiga de 1985 a 1987. O Gol, lançado em 1980 e posicionado entre a Brasília e o Passat, ocupava o degrau de baixo. É uma interpretação, e nenhum documento da Volkswagen consultado a confirma.
Dezembro de 1988
O Passat foi fabricado até dezembro de 1988, segundo a Volkswagen. Meccia aponta o dia 2 de dezembro como o último. Na época, a Volkswagen do Brasil já operava em conjunto com a Ford, na Autolatina.
Os dois totais que a Volkswagen publica parecem contraditórios, mas medem coisas diferentes. Os 897.829 carros são a produção, exportações incluídas. Os "mais de 675 mil" do acervo são as vendas. Descontadas as cerca de 221 mil unidades exportadas, sobram cerca de 677 mil, quase exatamente o segundo número. A conta é da VAGHAUS, mas indica que os 675 mil se referem ao mercado brasileiro.
No mesmo mês em que a linha parou, fracassou em Bagdá a negociação de mais 100 mil carros Volkswagen para o Iraque. Nenhuma fonte consultada liga um fato ao outro, e a coincidência fica registrada só como coincidência.
O nome Passat voltou ao Brasil em 1994, já como importado da Alemanha, na quarta geração. A primeira, a única feita aqui, é hoje lembrada pelo TS, pelo Pointer e pelo carro que foi ao Iraque e voltou.
Fontes
- Volkswagen comemora 45 anos do Passat no Brasil, Volkswagen do Brasil (VW News), .
- Passat (acervo Garagem VW), Volkswagen do Brasil (VW News), .
- Santana (acervo Garagem VW), Volkswagen do Brasil (VW News), .
- Pointer GTI (acervo Garagem VW), Volkswagen do Brasil (VW News), .
- Passat B1 (1973–1980), Volkswagen Newsroom (Volkswagen Classic).
- Passat B2 (1980–1988), Volkswagen Newsroom (Volkswagen Classic).
- Santana (1981–1984), Volkswagen Newsroom (Volkswagen Classic).
- Decreto nº 76.593, de 14 de novembro de 1975 (institui o Programa Nacional do Álcool), Câmara dos Deputados, Legislação Informatizada, .
- Iraq Signs Oil-for-Cars Barter Deal with Brazil, Middle East Economic Survey (MEES), v. 28, n. 11, .
- Iraq Begins Crude Exports to Brazil's Petrobras from 'Aqaba, Middle East Economic Survey (MEES), v. 29, n. 1, .
- Brazil Increases Liftings from Iraq to 200,000 b/d, Middle East Economic Survey (MEES), v. 29, n. 45, .
- Iraq and Brazil Extend Oil-for-Vehicles Deal, Middle East Economic Survey (MEES), v. 30, n. 47, .
- Iraq and Brazil Sign Trade Agreement, Middle East Economic Survey (MEES), v. 31, n. 10, .
- Brazil and Iraq Sign $1.2bn Trade Protocol, Middle East Economic Survey (MEES), v. 31, n. 13, .
- Iraq Negotiating $900mn Car Deal with Brazil, Middle East Economic Survey (MEES), v. 31, n. 45, .
- Brazil Fails to Win $900mn Car Deal with Iraq, Middle East Economic Survey (MEES), v. 32, n. 12/13, .
- O Pragmatismo do Petróleo: as relações entre o Brasil e o Iraque, Revista Brasileira de Política Internacional, v. 50, n. 2 (Seme Taleb Fares), .
- Brasil e Iraque negociam dívida (com trecho de artigo de Andrew Patrick Traumann e reportagem de Lourival Sant'Anna, O Estado de S. Paulo), DefesaNet, .
- Passat brasileiro circula no Iraque, Folha de Londrina (Mauricio Della Barba), .
- VW Passat, o carro brasileiro que foi parar no Iraque (e na Nigéria), AutoPapo (Douglas Mendonça), .
- Ford Corcel: 50 anos de histórias e 'estórias', AutoPapo (Boris Feldman), .
- Passat, vento de popa, Autoentusiastas (Carlos Meccia), .
- Passat completa 50 anos: confira a história do clássico nacional, Vrum (Pedro Cerqueira), .
- The Volkswagen Called 'Brazili' in Iraq and 'Iraquiano' in Brazil, Kurdistan24 (Kamaran Aziz), .
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